"Deixai vir a mim os pequequinos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham"
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Ladainha do amor de Deus
Composta pelo Santo Padre Papa Pio VI
A vós, que sois o amor infinito, amo-vos ó meu Deus.
A vós, que me haveis prevenido pelo vosso amor, amo-vos ó meu Deus.
A vós, que me mandais vos ame, amo-vos ó meu Deus.
De todo o meu coração, amo-vos ó meu Deus.
Em toda a minha alma, amo-vos ó meu Deus.
Em todo o meu entendimento, amo-vos ó meu Deus.
Com todas as minhas forças, amo-vos ó meu Deus.
Sobre todos os bens e honras, amo-vos ó meu Deus.
Sobre todos os prazeres e gozos, amo-vos ó meu Deus.
Mais do que a mim mesmo e tudo o que me pertence, amo-vos ó meu Deus.
Mais do que a todos os homens e anjos, amo-vos ó meu Deus.
Mas do que todas as coisas criadas no céu e na terra, amo-vos ó meu Deus.
Unicamente por amor de vós, amo-vos ó meu Deus.
Porque sois infinitamente digno de ser amado, amo-vos ó meu Deus.
Porque sois infinitamente perfeito, amo-vos ó meu Deus.
Ainda que não houvésseis prometido o céu, amo-vos ó meu Deus.
Ainda que me ameaçásseis com o inferno, amo-vos ó meu Deus.
Ainda que me provásseis pela miséria e infortúnio, amo-vos ó meu Deus.
Na abundância e na pobreza, amo-vos ó meu Deus.
Na prosperidade e na adversidade, amo-vos ó meu Deus.
Nas dignidades e nos desprezos, amo-vos ó meu Deus.
Nos prazeres e nos sofrimentos, amo-vos ó meu Deus.
Na saúde e na doença, amo-vos ó meu Deus.
Na vida e na morte, amo-vos ó meu Deus.
No tempo e na eternidade, amo-vos ó meu Deus.
Em união do amor com que vos amam no céu todos os anjos e santos, amo-vos ó meu Deus.
Em união do amor com que vos ama a bem-aventurada da Virgem Maria, amo-vos ó meu Deus.
Em união do amor infinito com que eternamente vos amais. amo-vos ó meu Deus.
Oração: Ó meu Deus, que possuis em abundância incompreensível tudo o que pode ser perfeito e digno de amor, extingui em mim todo o amor criminoso, sensual e desordenado às criaturas, e acendei no meu coração o fogo puríssimo do vosso amor, para que não ame senão a vós e por vós, até sendo enfim consumido pelo vosso santíssimo amor, vá amar-vos eternamente com os eleitos no céu, pátria do amor. Assim seja
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
A misericórdia cura tudo
“Embora de nada adiante por nossas esperanças em um novo mundo totalmente utópico, no qual cada um será sublimemente misericordioso, somos obrigados, como cristãos, a procurar algum modo de dar à misericórdia e à compaixão de Cristo uma dimensão social e até política. A função escatológica da misericórdia, repetimos, é preparar a transformação cristã do mundo e introduzir o Reino de Deus. Esse Reino manifestamente ‘não é deste mundo’ (ao contrário de todas as formas de cristianismo milenarista e messiânico), mas exige ser exemplificado e preparado por formas de testemunho social heróico que tornem a misericórdia cristã clara e evidente no mundo.
(…) A misericórdia cristã deve descobrir na fé, no Espírito, um poder suficientemente forte para iniciar a transformação do mundo em um lugar onde reinem compreensão, unidade e relativa paz, onde a humanidade, as nações e as sociedades estejam dispostas a fazer o enorme sacrifício necessário para se comunicarem de modo inteligível, compreender-se, cooperar para alimentar os milhões de famintos e construir um mundo de paz. ”
Love and Living, de Thomas Merton
Editado por Naomi Burton Stone e Patrick Hart, OCSO
(Farrar, Straus and Giroux, New York) 1979, p. 219
No Brasil: Amor e Vida, (Martins Fontes Editora, São Paulo), 2.004. p. 230-231
Reflexão da semana de 26-01-2009
Um pensamento para reflexão: “A misericórdia cura tudo. Cura corpos, espíritos, sociedade e história. É a única força que pode realmente curar e salvar.”
Amor e Vida, Thomas Merton
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